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Portugal: Criado Instituto Português de Energia Solar

Published at: 01/02/2012
source: Expresso Online
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Contribuir para uma política energética que reconheça o potencial da energia solar, área que se propõe investigar e desenvolver, é um dos objetivos do IPES, que funcionará sob a alçada da Universidade de Évora.

Foi hoje oficialmente criado o Instituto Português de Energia Solar (IPES), organismo que pretende contribuir para a projeção e o desenvolvimento deste sector no país. O Instituto é um projeto da Universidade de Évora (UE) em conjunto com outras entidades e visa impulsionar atividades de investigação e desenvolvimento relacionadas com a temática da energia solar, bem como proporcionar projeção e orientação estratégica à mesma indústria.

Segundo Manuel Collares Pereira, diretor do IPES, no que toca às energias renováveis, a energia solar é aquela que "tem maior potencial de utilização", embora "infelizmente" seja precisamente a "que ainda não estamos a explorar a fundo". "Nós temos, de facto, uma situação privilegiada nesta área do solar e temos competências. O solar vai desenvolver-se no mundo inteiro e há uma oportunidade excelente para o país", frisou à agência Lusa o também titular da Cátedra BES - Energias Renováveis da UE.

Collares Pereira acrescentou que o Instituto quer mais atenção do Governo para o sector. "É preciso ajudar o Governo a definir uma política energética que dê espaço para estas tecnologias" da energia solar, defendeu, para explicar que o IPES pretende dar o seu contributo, nomeadamente, propondo ao Governo ideias concretas que, na prática, impulsionem essa indústria.

Fomentar novos produtos

O IPES, cuja escritura pública de constituição foi hoje assinada, é liderado pela Universidade de Évora, que possui 27% do capital inicial, que ronda os 60 mil euros. O organismo integra mais 19 associados fundadores, entre instituições de investigação científica e empresas ligadas à área, mas está disponível para agregar todas as entidades nacionais que estejam interessadas.

O diretor do instituto sublinhou que, através desta parceria, a ideia é fomentar "novos produtos, novas maneiras de explorar tecnologia que existe, eventualmente, até novas tecnologias e provocar oportunidades para haver demonstrações tecnológicas". "Se eu quiser ser exportador de uma tecnologia, se eu próprio não for utilizador dela, tenho pouca credibilidade quando quiser convencer os outros, de outros países, a fazerem o mesmo. Portanto, tudo isso tem que ser desenvolvido", sustentou.

A energia solar tem inúmeras aplicações, para além do fotovoltaico, realçou, exemplificando que pode ser utilizada para aquecimento e climatização na indústria ou para fazer combustíveis, o que tem impacto nos transportes, mas isso exige "mais investigação", que o IPES quer estimular. "Existem muitas competências nesta área no país e é bom poder juntá-las e potenciar uma indústria que seja capaz de exportar, quer conhecimentos, quer tecnologia, quer mesmo equipamentos", garantiu.


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